Unico SENHOR E SALVADOR

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Aborto - "Mamãe, ame a vida por mim! Eu sou um humano, me deixe viver!"

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Eu sou feto humano!

Achar que o feto não seja uma pessoa separada, mas apenas uma parte do corpo da mãe, não é correto. A circulação do sangue da mãe e do feto não são separadas. O feto possui princípios separados de crescimento e desenvolvimento, sistema nervoso separado, circulação do sangue separada, esqueleto próprio, musculatura própria, cérebro, coração e órgãos vitais próprios.

A individualidade do feto é atestada por se poder ouvir, através de aparelhos, as batidas do coração entre 1 e 3 semanas de gestação. Isto mostra que o feto já possui um coração próprio.

Um feto não tem olhos? - Os olhos do feto começam a se formar aos 19 dias de gestação. Na oitava semana de gestação suas pálpebras se tornam sensíveis ao serem tocadas. Se a pálpebra é tocada, a criança fecha os olhos. Com oito semanas de gestação o feto tem uma face humana com pálpebras fechadas como nas pessoas que estão a dormir. No quinto mês de gestação as sobrancelhas começam a crescer e já aparece uma franja nas pestanas.

Um feto não tem mãos, órgãos, tamanho, sentidos? - As mãos, os dedos e os polegares podem ser claramente observados com 1 mês e 3 semanas de gestação. Com dois meses já existem impressões digitais nas mãos e nos pés do feto. As palmas das mãos se tornam sensíveis ao toque e com dois meses e meio o feto já pode agarrar objetos com as mãos, tais como uma pequena haste.

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Com 2 meses todos os órgãos estão presentes no feto. Com dois meses e meio, se tocarmos a testa do feto, ele pode virar a cabeça para o outro lado e franzir as sobrancelhas. Com três meses, seus órgãos e sentidos estão presentes e aparentes.

Não se alimenta com a mesma comida?

O feto humano e sua mãe são quase ao pé da letra alimentados com a mesma comida.

Embora o sangue do feto e da mãe se misturem durante a gestação, a criança no entretanto, recebe oxigênio e alimento de sua mãe através da placenta.

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Não pode sentir sofrimento? Não é ferido pelas mesmas armas? - Com 3 semanas o feto já sente dor. Nas transfusões de sangue intra uterinas em fetos, os cirurgiões responsáveis pela operação devem levar a sério o fato de que o feto pode sentir dor. A criança não nascida não é de forma alguma um monte de geleia, pelo contrário, ela é capaz de sentir quando foi atingida, e protestará a isso como faria se estivesse em seu berço. 

No caso das transfusões de sangue intra uterinas, o médico pode sentir a criança pular quando a agulha atravessa a sua pele. No caso de um abortamento de dois meses e meio, por curetagem, no qual se retalha um bebê em pedaços através de uma espécie de foice chamada cureta, não há dúvidas que o feto sente de fato o que lhe está sendo feito.

As armas utilizadas contra o feto durante o abortamento causam a morte do feto pelas mesmas razões médicas pelas quais um adulto atacado da mesma forma morreria.

Não está sujeito a doenças? - Sim. Entre as doenças que podem atacar o feto, pode ser mencionadas a sífilis e algumas outras doenças provocadas por vírus.

Outras doenças do feto podem  ser diagnosticadas e tratadas antes mesmo do nascimento. 

Como nos casos em que, devidos a problemas relacionados com fator Rh, são feitas transfusões de sangue no feto sem retirá-lo do útero.

Em outros casos a própria natureza pode encarregar-se de curar o feto sem necessidade de assistência médica, como num caso registrado pela literatura médica, em que um tiro de revólver, ocorrido aos três meses de gestação, sarou naturalmente, ficando somente uma cicatriz após o nascimento.

Não é aquecido e resfriado pelo mesmo inverno e verão, como um adulto é? - A resposta é sim. Os fetos são afetados por variações de temperaturas da mesma maneira como os adultos são. Se o corpo de um adulto, por exemplo, estiver mais frio do que o normal, o seu cérebro necessitará de mais oxigênio e o seu coração baterá mais devagar. Da mesma maneira, se houver necessidade de baixar a temperatura de uma gestante de cinco meses para 5 graus, para que ela possa ser submetida a uma cirurgia, o coração do feto deixará de bater 180 batidas por minuto e passará a bater 120 batidas por minuto.

Se me permitissem não choraria? - Antes do fim do terceiro mês de gestação as cordas vocais do feto estão completas. Ele não poderá rir nem chorar. Mas apenas porque não existe ar dentro do útero. Entretanto, a literatura médica registra casos em que foi necessário injetar uma bolha de ar em gestantes de último trimestre; quando a bolha de ar cobria a face da criança, e a criança inalava o ar, permitia que as cordas vocais operassem, produzindo-se um choro que era perfeitamente ouvido por todos os presentes, incluindo os médicos e enfermeiras.

As mães posteriormente relataram que a bolha de ar se mantinha sobre a face da criança todas as vezes que elas se deitavam para dormir, permitindo com que as crianças em seus úteros chorassem com tanta força tanto que elas com seus maridos não conseguiam dormir.

Feto na 4º semana de gestação

Se me envenenarem não morrei? - Os fetos são tão ou mais susceptíveis ao envenenamento do que o restante da população. As mesmas substâncias químicas causam um número de problemas para adultos que vivem nas grandes cidades, especialmente nas horas em que não há bons programas de controles à poluição ambiental, chegando ao feto através do corpo da mãe, lhe são igualmente ou mais danosos. Sem falar das bebidas alcoólicas e as drogas lícitas e ilícitas quem vão atingir o feto diretamente através do corpo da gestante, o atingirá mais do que a mãe. O tabaco é o grande vilão desta história.

Se me agredirem, não revidarei? - Infelizmente grande parte das pessoas são propensas a pensar que o feto pode ser abortado sem maiores consequências para a mãe ou sua futura descendência.

Isso é um engano lamentável. O aborto encerra riscos que não puderam ser ainda avaliados corretamente pela comunidade médica, quanto menos pela opinião pública.
Não se tem estatísticas, por exemplo de quantas mães morrem por aborto, simplesmente porque as gestantes não morrem diretamente na mesa de aborto, mas, algum tempo depois. Em outro lugar ou em pronto socorro e estes casos não são registrados como mortes por causa de aborto. E não ficam conhecidas pelos jornais e empresas que fazem pesquisas e estatísticas. (Sem contar os abortos clandestinos).

Mesmo quando feito pelas mãos de um médico treinado, o aborto é uma operação de risco, que não tem nenhuma semelhança com o parto, nem com o aborto natural, ao contrário do que possa parecer à primeira vista.

Durante o parto os médicos apenas ajudam a natureza a realizar seu trabalho, quando chega a hora do nascimento os médicos são simplesmente instrumentos de ajuda, é a própria natureza quem faz o milagre acontecer. Quando isso não acontece o médico está para ajudá-la.

O aborto natural é feito pela própria natureza, que no qual, o organismo entende que aquele feto está morto e como tal precisa ser eliminado protegendo a gestante das demais consequências. Então o feto é expulso naturalmente. O contrário do aborto forçado, provocado em que existe um ato de violência contra a mãe e contra a criança (que está viva); a criança o mais comumente tem que ser retalhada em pedaços dentro do útero e lhe tirada à força. É isso que provoca uma série de complicações.

Para provar como isso acontece, relatamos aqui uma caso que aconteceu em 1971 num hospital de uma faculdade de Medicina da Inglaterra, onde o aborto é legalizado. 

De 1182 pacientes em que foram praticados aborto no próprio hospital, 17% perderam mais do que 500 mililitros de sangue, 9,5% necessitaram de transfusões de sangue após o aborto. Em 4% ocorreram lesões cervicais, em mais de 1% o útero foi perfurado. 

Seis vezes foi necessário em emergência abrir toda a barriga da gestante. 27%, isto é, mais de uma em cada 4 pacientes tiveram febre alta de mais de 38 graus durante mais de 24 horas. Isto mostra que o aborto mesmo praticado em um hospital devidamente especializado, equipado e preparado, o aborto não é uma operação tão simples e não sujeita a complicações sérias como costuma a ser pensado.

Mas o mais inquietante é que uma em cada quatro pacientes tiveram complicações depois do aborto sendo feito por profissionais treinados, as complicações variam desde à infecções ao óbito após o aborto. O mais significativo é que tais complicações ocorreram com cirurgiões antigos e experientes.

Neste hospital, que era da faculdade de Medicina, estas complicações eram tratadas rotineiramente. Porém, mesmo nos países onde o aborto é legalizado, as clínicas de aborto não possuem um sistema de transfusão de sangue, quase nunca fazem exames completos antes do aborto,não existem acompanhamento das pacientes após o aborto, (a gestante saindo de lá fica por conta própria), dificilmente mantém registros corretos. Nem sempre os médicos tem devida preparação, frequentemente nem são cirurgiões.

As gestantes são mandadas pra casa logo após o aborto, mesmo fazendo ali barbaridades tais que seriam puníveis em qualquer clínica ou hospital que não fosse aborto, quase nunca a justiça ou Conselhos de Medicina punem os culpados. Isto é o que há para dizer quanto ao andamento rotineiro destas clínicas. Porém, também são frequentes outras irregularidades tais como a gestante voltar lá com hemorragia e ela ser convencida como algo normal após o aborto, só se vindo a perceber a gravidade exata do problema quando já é demasiado tarde, deixar-se por negligência patente, pedaços de criança dentro do útero e outras assim.

Aparte estes, existem ainda outros danos acarretados que podem ser acarretados por um aborto. (Entre eles o psicológico, acarreta depressão grave por arrependimento e sentimento de culpa.)

O fato é que a maternidade é uma função que pertence à própria vida da mulher, não só do ponto de vista moral como também do ponto de vista psicológico e biológico. Uma vez que a mulher admita que está grávida, e ela precisa fazer isto para procurar o aborto, ela sentirá um apego inconsciente ao filho, ainda que aparentemente ela não queira este filho e procure um aborto.

Isto poderá se evidenciar, mais tarde em depressões sérias e até mesmo psicoses, que nada mais são do que reações profundas de um ato que ela fez contra a própria natureza.


Este é um dos fatos que menos são considerados ao se decidir um aborto. E é o mais importante, pois a mãe decide interromper forçadamente os laços maternos naturais que a envolve psicologicamente, e que não conseguirá na maioria das vezes, ela sofrerá sem volta suas consequências pro resto da vida.

Tomemos o caso de uma jovem mãe solteira que pensa em resolver seu problema de momento. Terá ela a consciência do sofrimento ela terá que passar por ter que criar um problema ao qual ela sofrerá pelo resto de sua vida?

Esta jovem não pensou no dia em que desejar ser mãe, e neste dia o filho desejado estará a lhe lembrar do aborto, transformando em fonte de angústia o que deveria ser uma fonte de realização pessoal. Nos casos extremos isto chega a representar a morte não de uma, mas de duas criaturas, uma das quais é a própria gestante, que passa a fechar em si mesma ao ponto de necessitar de psiquiatria pelo resto de seus dias para levar uma vida normal. 

 Assim, as pessoas que pensam que um aborto com a ideia de não colocarem uma criança no mundo para sofrer, deveriam pensar bem se com isto não estariam impondo sobre si mesmas um sofrimento ainda mais desumano.

Outros danos acarretados por um aborto vai ter suas consequências na futura descendência da gestante, pois o aborto provocado aumenta a possibilidade de se vir a ter posteriormente bebês prematuros, abortos espontâneos e morte fetal.

Devemos concluir dizendo que infelizmente existe muita gente que deseja realmente acreditar que o feto humano não é humano, e que o aborto não dá lugar a complicações sérias e frequentes. Trata-se de um supermercado de mentiras que significam o feto dizendo que não está formado ou que é um pedaço de gelatina, e que escondem informações sobre os riscos médicos e psicológicos do aborto para venderem seu próprio peixe.

Agora eu pergunto: Para que praticar o aborto? Para que satisfazer a si mesmo com egoísmo matando um inocente?

Tantas pessoas que por algum motivo não podem ter filhos e desejariam ter...
Quantas mães que abandonam seus filhos, se antes ou depois de nascidos são rejeitados desde o ventre e quando nascem são jogados nas latas de lixo, deixadas abandonadas em bancos de praças, jogadas em lagoas, ou são mortas pelo aborto... Que tipo de seres humanos somos que não respeitamos a vida?

O feto sadio, vivo é uma pessoa. Quando a mulher engravida, Deus já colocou ali seu sopro não temos o direito de ceifar uma vida, isso só cabe a Deus. Não podemos brincar de Deus. Que direito os governos e os médicos tem sobre decidir quem vai viver ou morrer? 

Por isso que nós cristãos devemos ser contrários ao aborto, devemo ser contrários a tudo que causa exclusão e morte, porque sabemos do Mandamento de Deus: "Não Matarás!"

Hoje é possível planejar filhos com maior eficácia. Há tantos meios de evitar a gravidez, porém se ela acontecer de forma "indesejada" porque não respeitar a vida que ali está indefesa? Porque não planejar então uma adoção?

Sabemos que existem tantos casais que querem adotar uma ou mais crianças...
Podemos nos considerar animais racionais praticando e aprovando o aborto? se nem mesmo os animais irracionais abandonam seus filhotes? (...) Vamos refletir... vamos dizer sempre:

Aborto Não!
Sim a Vida! 

Phonte: Cristianismo em Ação

4 comentários:

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