Unico SENHOR E SALVADOR

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quinta-feira, 19 de junho de 2014

Vacinação: Bebé de sete meses morre em berçário em Queluz/Portugal

Mais uma vacinação, mais uma vítima mortal!

“A Lusa noticiou que uma fonte da PSP teria informado que a criança apresentava sangue na boca, quando a funcionária foi acordá-la.” – Fonte Jornal Público

Estou farto de alertar as populações PARA NÃO VACINAREM AS CRIANÇAS!!! PRINCIPALMENTE COM VACINAS SUPLEMENTARES COMPLETAMENTE DESNECESSÁRIAS E QUE APENAS TÊM A FUNÇÃO DE ADOECER E ASSASSINAR OS VOSSOS FILHOS!!!


Gostaria que as autoridades explicassem aos Portugueses porque razão num País como Portugal, uma criança com 18 meses já tem 32 vacinas no seu corpo?

Se não sabem como funcionam as vacinas e o que elas têm, então pesquisem na internet, enquanto ela existe, onde poderão facilmente encontrar toda a porcaria que as vacinas contêm e quais os danos que a vacinação tem causado na saúde pública!

Mais, qualquer médico tem de ser responsável por prescrever uma qualquer vacina a uma criança ou recém-nascido sabendo à prióri quais os perigos associados à vacinação! É para isso que existem Termos de Responsabilidade! E se não sabe dos perigos é o seu dever e trabalho saber!

Sabem porque é que a vacinação não é obrigatória em Portugal? Porque assim nenhum médico ou profissional de saúde é responsável pelos danos que uma vacina pode causar a quem a tomar! Se uma criança é vacinada e morre, a culpa é de quem teve a iniciativa de a vacinar, os Pais!

“Terá sido vacinada, por iniciativa dos pais”, durante a manhã, disse ao PÚBLICO o comissário Carlos Correia que não tem informações sobre a vacina específica administrada à criança.”

Mesmo que esses Pais sejam aconselhados e pressionados psicologicamente a vacinar os seus filhos, a culpa é sempre dos Pais e nunca dos médicos e muito menos da indústria médico-farmacêutica que fabricou a vacina! Ou seja: Não há garantias! Por isso a Vacinação não é obrigatória porque se fosse obrigatória, os Pais seriam isentos de qualquer responsabilidade em caso de efeitos secundários ou morte! A culpa seria inteiramente de quem obrigou alguém a tomar a vacina, uma vez que quem a tomou não teve a liberdade de escolha em aceitar ou não aceitar levar com a vacina, foi obrigado! 

É assim que a indústria médico-farmacêutica limpa as mãos de qualquer tipo de responsabilidade! E isto é extremamente grave!

Mas mais grave ainda é os que alguns agentes subversivos andam pelos jornais digitais e brevemente vão também andar na comunicação social a dizer que o bebé morreu de morte súbita sem associação com a vacinação! Os responsáveis pela morte deste bebé, a indústria médico-farmacêutica e se for o caso, o médico que aconselhou ou pressionou os Pais a vacinarem a criança, vão ficar mais uma vez impunes e logo arranjam um bode expiatório para limparem as mãos de responsabilidades para com esta morte evitável!

“O médico disse que pode ser síndrome de morte súbita”, contou a directora ao PÚBLICO. O óbito foi declarado pelas 16h30.”
“A PSP também esteve na creche. E o corpo da criança foi levado para o Instituto de Medicina Legal. Paula Costa diz que os pais foram logo informados. “A criança não teve vómitos nem quaisquer sintomas”, esclarece ainda.”

Para se descobrir as reais causas desta morte e proceder-se à comparação e respectiva associação com a vacinação que o bebé teve da parte de manhã do próprio dia em que morreu, o corpo do bebé tem de ser autopsiado, e vou esperar para ver o que os médicos vão dizer às autoridades! Mas como estamos em Portugal, muito provavelmente vai ser tudo abafado pela classe médica!

As mortes súbitas de bebés dos zero aos seis meses, a idade do bebé que morreu neste caso, estão directamente relacionadas com a vacinação, mortes que ocorrem precisamente após a tomada de vacinas tetravalentes (3 vacinas diferentes numa só injecção), nomeadamente a Vacina DTP (difteria-tétano-pertússis, tosse convulsa), as vacinas pentavalentes (5 vacinas diferentes numa só injecção), e as vacinas hexavalentes (6 vacinas diferentes numa só injecção). Já existem milhentos casos testemunhados de mortes súbitas após a vacinação iguais à deste caso e que podem ser acedidos facilmente com uma simples pesquisa na internet, assim como já existem vários estudos que confirmam precisamente a relação directa entre a vacinação e as mortes súbitas de bebés durante o seu primeiro ano de vida!

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2 milhões e 520 mil resultados

Se pesquisarem no google por “vaccination sudden death”, que significa “vacinação morte súbita” vão encontrar pelo menos 2.500.00 (2 milhões e 500 mil) ocorrências em apenas 23 segundos sobre esse assunto!

O médico ou qualquer outra pessoa ou autoridade que se recusar a considerar todas essas provas substânciais e devidamente fundamentadas que se encontram nesses 2 milhões e 500 mil ocorrências sobre a relação directa entre morte súbita de bebés após a vacinação, são criminosos por cumplicidade e negligência!!!


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Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: “131 maneiras de uma Criança morrer“. O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf
Tradução:
Antes da introdução de um Programa de Vacinação organizada, a “morte no berço” é tão rara que nem sequer era mencionada nas estatísticas de mortalidade infantil. Nos Estados Unidos, campanhas de imunização foram iniciadas na década de 1960, quando novas vacinas foram introduzidas no mercado e promovidas junto do público. Pela primeira vez na história, a maior parte das Crianças Americanas foram obrigadas a receber várias doses de DPT (difteria-tétano-pertússis, tosse convulsa), poliomielite e sarampo. Em 1969, uma epidemia alarmante de mortes súbitas infantis inexplicáveis obrigou os investigadores a criar um novo termo médico – Sudden Infant Death Syndrome (SIDS), em Português: A síndrome de morte súbita infantil (SMSI), ou síndrome de morte súbita de lactantes (SMSL).

Em 1972, a SIDS tornou-se na principal causa de mortalidade pós-neonatal (morte infantil desde os primeiros 28 dias ao primeiro ano de vida). Em 1973, o National Center for Health Statistics, gerido pelo CDC (Centers for Disease Control and Prevention), criou uma nova categoria de causa-de-morte para documentar as mortes ocorridas por SIDS (Síndrome de Morte Súbita Infantil)
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Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: “131 maneiras de uma Criança morrer“. O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf
Tradução:
SIDS é definida como a súbita e inesperda morte de uma criança que se mantém inexplicável após investigação, incluindo a autópsia e a revisão do historial clínico. Apesar de não existirem sintomas específicos associados à SIDS, uma autópsia geralmente revela congestão e edema dos pulmões, e mudanças inflamatórias no sistema respiratório.
— fim de tradução —
Neste caso concreto, o sangue que foi encontrado na boca do bebé teve de vir de algum lado, adequando-se perfeitamente nesta descrição!

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Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: “131 maneiras de uma Criança morrer“. O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf
Tradução:
O meu nome é Donna Gary. Sou uma habitante do Estado de Massachusetts do Senador Kennedy. A nossa família deveria ter celebrado o primeiro aniversário da nossa primeira neta no último mês. Mas em vez disso,  iremos celebrar o aniversário da sua morte no final deste mês.
A nossa neta, Lee Ann, tinha apenas 8 semanas de vida, quando a sua Mãe a levou ao médico para o seu habitual exame de rotina. Esse exame incluía, claro está, a sua primeira inoculação DPT (difteria-tétano-pertússis, tosse convulsa), e a vacinação oral contra a poliomielite. Em todas as suas completas 8 semanas de vida, este amoroso bebé cheio de vida, nunca teve qualquer tipo de comportamento como aqueles gritos de gelar o sangue e o estado de choque em que o bébé ficou no momento em que foi vacinada. Nem sequer o Pai conseguia compreender os berros e choro não característicos da sua filha.

Quatro horas depois, Lee Ann estava morta. Síndrome de Morte Súbita infantil, disse o médico!
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Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: “131 maneiras de uma Criança morrer“. O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf

Tradução:
Nas décadas de 1960 e 1970, Crianças Aborígenes começaram misteriosamente a morrer a um ritmo surpreendente. Em algumas regiões da Austrália, 1 em cada 2 bebés tinham uma morte inexplicável – uma taxa de fatalidade de 50%! Kalokerinos, um famoso Médico Australiano, solucionou este enigma, quando se apercebou que as mortes ocorriam pouco depois dos bebés serem vacinados. Os oficiais de Saúde tinham iniciado recentemente uma campanha de vacinação em massa para “proteger” os bebés Aborígenes; as suas mortes corresponderam com o programa de vacinação. Kalokerinos apercebeu-se que os bebés que morreram estavam severamente mal nutridos, incluindo a falta de Vitamina C. Os seus fracos não desenvolvidos sistema imunitários não conseguiram aguentar o stress adicional da vacinação. Kalokerinos conseguiu salvar da morte outros bebés através da administração de pequenas quantidades de Vitamina C (100mg por cada mês de idade) antes de serem vacinados.
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Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: “131 maneiras de uma Criança morrer“. O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf
Tradução:
No Japão, desde 1970 a 1974, ocorreram 37 mortes súbitas infantis documentadas após a vacinação de Pertússis (tosse convulsa), causando a rejeição da vacina por parte de Pais e médicos. Em 1965, as autoridades Japonesas reagiram a este evento, aumentando a idade de vacinação de 3 meses para 2 anos!
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Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: “131 maneiras de uma Criança morrer“. O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf
De acordo com uma equipa especial que investigou os dados Japoneses e publicou o seu resumo em Pediatrics:
A categoria de síndrome de “morte súbita” é instrutiva no sentido de que, a síndrome desaparece após a vacinação de célula completa e acelular, quando a imunização é atrasada até que o bébé perfaça os 24 meses de idade.
Essa mesma equipa de investigação fez a seguinte observação:
Torna-se evidente que o atrasar do início da vacinação até que a criança perfaça os 24 meses, independentemente do tipo de vacina, reduz uma grande parte das reacções adversas severasas associados à vacinação.
—  fim de tradução —
O sistema imunitário de uma Criança só se começa a desenvolver eficazmente a partir do 1 ano de idade, por isso é que quando o bebé perfaz os 24 meses, 2 anos de idade, o seu sistema imunitário já está minimamente preparado para lidar com agressões externas pela injecção de vírus e substâncias tóxicas no sangue da criança, isto é, as vacinas!
Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: "131 maneiras de uma Criança morrer". O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf

Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: “131 maneiras de uma Criança morrer“. O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf
Tradução:
Existe uma outra evidência recente que nos mostra que, atrasando a vacinação até uma idade mais avançada, pode salvar bebés das graves reacções adversas causadas pelas vacinas, incluindo mortes súbitas! Por exemplo, a Human and Experimental Toxicology publicou um estudo pela Goldman and Miller, em que investigaram mais de 38.000 (38 mil) relatórios de crianças identificados com VAERS (Sistema de Relatórios de Eventos de Vacinação com Reacção Adversa). Este programa federal de supervisão da segurança da vacinação, recolhe informação sobre posíveis reacções adversas das vacinas.
A taxa de hospitalização de crianças que foram vacinadas logo após o seu nascimento, foi surpreendentemente de 20.1%, mas diminuiu significativamente para 10.7% em crianças que foram vacinadas apenas após o seu primeiro ano de vida.
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Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: “131 maneiras de uma Criança morrer“. O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf
Tradução:
DPT, a vacina tetravalente (difteria-tétano-pertússis, tosse convulsa), pode ser uma das principais causas não reconhecidas da Síndrome de Morte Súbita infantil, e que o risco de imunização pode superar as suas vantagens. A necessidade de uma re-avaliação e possível modificação dos actuais procedimentos de vacinação, é indicado por este estudo.

Em 1982, William Torch, Doutorado em Medicina, Director da secção de Neurologia Infantil, do Departamento de Pediatria da Universidade de Nevada School of Medicine, apresentou um estudo na 34th Convenção Anual de Pediatras Académicos Americanos, onde revela que 2/3 (dois terços) dos bebés que morreram de Síndrome de Morte Súbita, foram vacinados com a DPT, a vacina tetravalente (Difteria-Tétano-Pertússis, tosse convulsa), antes de morrerem!

Desses 2/3, 6.5% morreram dentro das 12 horas após a vacinação; 13% dentro de 24 horas; 26% dentro de 3 dias; e 37%, 61%, e 70% dentro de 1, 2, e 3 semanas, respectivamente. William Torch também se apercebeu que, as mortes dos bebés não vacinados com Síndrome de Morte Súbta Infantil (SIDS), ocorreram na sua maioria em Outuno e Inverno, enquanto que, os bebés vacinados que morreram com Síndrome de Morte Súbita Infantil (SIDS), tinham na sua maioria entre 2 a 4 meses de idade, a idade em que as doses iniciais da vacina DPT é dada às Crianças!

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Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: “131 maneiras de uma Criança morrer“. O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf
Tradução:
Em 1983, a Pediatric Infectious Diseases, publicou um estudo de Dr. Baraff, professor de Pediatria e Medicina e Doutorado em Medicina na Univesidade Georgetown University School of Medicine, Nesse estudo, Dr. Baraff analisou 17 crianças que foram vacinadas dentro dos 28 dias antes das suas mortes súbitas, que foram classificadas como SIDS. Eles calcularam a frequência esperada de mortes súbitas (SIDS) por dia, e compararam isso com os números de mortes que ocorreram dentro dos 28 dias após a vacinação. Um número estatísticamente significativo de mortes excessivas ocorreram na primeira semana a seguir à vacinação (6.75 mortes súbitas eram esperadas mas aconteceram 17) – um aumento de 250% de mortes esperadas. O maior número de mortes excessivas aconteceu dentro das 24 horas a seguir à vacinação (0.96 mortes súbitas eram esperadas mas ocorreram 6) – um aumento de 625% face às expectativas.

Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: "131 maneiras de uma Criança morrer". O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf

Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: “131 maneiras de uma Criança morrer“. O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf
Tradução:
Em 1987, o American Journal of Public Health (Jornal Americano de Saúde Pública), publicou um Artigo do Dr. Walker, mais uma vez a confirmar a ligação entre a vacinação e as mortes súbitas. Bebés morreram a uma taxa superior a 7 vezes mais do que o normal dentro dos 3 dias seguintes à vacinação de DPT, a vacina tetravalente (difteria-tétano-pertússis, tosse convulsa).
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Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: “131 maneiras de uma Criança morrer“. O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf
Tradução:
Em 1991, Scheibner and Karlsson apresentaram na Segunda Conferência Nacional de Imunisação em Canberra, Austrália, fortes evidências na associação entre as injecções das vacinas DPT e as Síndromes de Mortes Súbitas (SIDS). Eles conseguiram desenvolver um sofesticado microprocessador que era colocado debaixo dos colchões de dormir dos bebés, para medir com precisão os seus padrões de respiração antes e depois de serem vacinados.
O microprocessador gerou printouts computacionais de uma WAHD Weighted Apnea (cessação de respiração) Hypopnea (respiração fraca anormal) Density. Os dados revelaram claramente que, a vacinação contra a tosse convulsa (Pertussis) causou um aumento desordenado em episódios em que a respiração quase parava ou parava completamente. (Ver imagem em baixo). Estes episódios continuaram ao longo de vários meses após a vacinação DPT.
O autor do estudo concluiu que a vacinação é a causa mais predominante e mais evitável de mortes infantis!
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Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: “131 maneiras de uma Criança morrer“. O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf
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Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: “131 maneiras de uma Criança morrer“. O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf
Tradução:
Em 2006, Ottaviani publicou um artigo científico em Virchows Archiv (European Journal of Pathology) onde documenta o caso de uma criança de 3 meses que morreu subitamente e inesperadamente pouco tempo depois de lhe ter sido dada 6 vacinas numa única injecção. Após a dissecção do tronco cerebral e de se examinar o sistema de condução cardíaco, os autores do estudo fizeram a seguinte observação:
“Este caso oferece uma visão única perante a possibilidade de uma vacina hexavalente (6 vacinas diferentes uma única injecção) provocar um desfecho fatal num bebé vulnerável.”
Eles também notaram que “qualquer caso de uma morte súbita inesperada que ocorra numa criança, especialmente logo após a vacinação, deve ser sempre alvo de uma autópsia,”, caso contrário uma real associação entre a vacinação e a morte podem escapar à detecção.

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Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: “131 maneiras de uma Criança morrer“. O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf
Tradução:
Nesse mesmo ano, uma outra equipa de cientistas publicou um artigo a documentar 6 casos de SIDS (Síndrome de Morte Súbita) que ocorreram dentro de 48 horas após a administração de uma vacina hexavalente (6 vacinas diferentes numa única injecção). No exame da autópisa, estes casos mostraram “resultados incomuns no cérebro” que apareceram compatíveis com a associação entre as vacinas hexavalentes e a síndrome de morte súbita infantil.
Em 2011, Statistics in Medicine publicou um artigo de Kuhnert, que examinou a associação entre as vacinas multi-dose e a morte. Os autores do estudo demonstraram um aumento de 16 vezes de casos de morte súbita após a quarta dose de uma vacina pentavalente (5 diferentes vacinas numa única injecção) ou nas vacinas hexavalentes (6 diferentes vacinas numa só injecção.

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Tradução:
Hoje, os Pais inocentes que continuam a acreditar cegamente na segurança da vacinação, continuam a ver os seus filhos saudáveis a morrer de mortes súbitas após a vacinação. Eis mais um exemplo de uma morte por morte súbita, que podia ter sido evitada, relatado por uma mãe destroçada:
“A nossa querida filha de 2 anos recentemente morreu. O que foi estranho foi que nesse mesmo dia em que ela morreu, na parte da manhã eu levei-a ao hospital militar para o seu exame de rotina habitual de 2 em 2 meses. A médica disse-me que a minha filha estava perfeita. Depois a médica disse que ela precisava de 4 vacinas. Eu respondi: Quatro? Ela assegurou-me que sim, que era completamente normal.
Durante a tarde depois de alimentar a minha filha, deitámo-la a dormir. 45 minutos mais tarde fomos ver se estava tudo bem com ela e encontrámo-la morta. Eu disse à polícia, ao médico legista e aos investigadores que eu desconfiava que foi das vacinas que a minha filha tomou durante a manhã. Porque ela estava pefeitamente bem nesse dia e antes da vacinação. Mas após 3 semanas, finalmente recebemos uma resposta da autópsia, e que concluíram que era Síndrome de Morte Súbita (SIDS). Até hoje, eu acredito que a sua morte deve-se às vacinas que lhe foram dadas naquele dia! Ninguém me consegue convencer o contrário!”

Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: “131 maneiras de uma Criança morrer“. O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf
Tradução:
Mais vítimas mortais provocadas pela vacinação, escondidas nas tabelas da morte.
SIDS (Síndrome de Morte Súbita), Asfixia na cama, e morte devido a “causas desconhecidas e não especificadas”, são apenas 3 das 130 categorias de causa-de-morte oficiais que podem ocultar fatalidades que foram causadas pela vacinação.

Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: "131 maneiras de uma Criança morrer". O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf
Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: “131 maneiras de uma Criança morrer“. O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf
Tradução:
Por exemplo, uma vacina contra rotavirus-induced diarrhea (Rotarix) foi licenciada pela Food and Drug Administration (FDA) em 2008. No entanto, num estudo clínico que avaliou a segurança desta vacina, os bebés vacinados morreram a um ritmo significativamente mais elevado do que os bebés que não foram vacinados. Principalmente por causa do aumento de fatalaidades causadas por pneumonia. Uma explicação biológica plausível é que, as infecções por rotavirus podem ter um efeito protector contra as infecções respiratórias. Apesar destas mortes parecem estar relacionadas com as vacinas, os médicos legistas são susceptíveis de as classificar incorrectamente de pneumonia.

Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: "131 maneiras de uma Criança morrer". O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf

Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: “131 maneiras de uma Criança morrer“. O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf
Tradução:
Algumas mortes infantis que ocorrem logo após as vacinações são incorrectamente classificadas de “Síndrome do Bebé sacudido”. Hemorragia subdural ou retinal pode ser causada por um adulto sacudir o bebé ou por efeitos secundários das vacinas. Testemunhos de profissionais médicos exoneraram Pais inocentes de todas as acusações contra eles.
A prática de reclassificar os dados na ICD (International Classification of Diseases) preocupa bastante a CDC (Centers for Disease Control and Prevention), por causa da determinação incorrecta e inconsistente da causa-de-morte, dificultando a capacidade de monitorar as tendências nacionais, determinar os fatores de risco, e estruturar e avaliar programas de prevenção deste tipo de mortes. Assim, práticas médicas certificadas necessitam de ser monitoradas para se determinar quantas vezes as mortes de crianças relacionadas com vacinas estão a ser reclassificadas como mortalidade comum no ICD. Mais importante, os Pais devem ser alertados que, a segurança das vacinas é desonestamente digulgada de uma forma exagerada, que não corresponde à realidade, e que as mortes relacionadas com a vacinação não estão a ser correctamente documentadas!

Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: "131 maneiras de uma Criança morrer". O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf

Relatório de um Estudo sobre a Vacinação e a Morte Súbita, de seu nome: “131 maneiras de uma Criança morrer“. O relatório pode ser acedido em: http://thinktwice.com/131_ways_for_an_infant_to_die.pdf
Tradução:
Existem 130 maneiras oficiais de uma criança morrer (como categorizado no ICD), e uma maneira não oficial de uma criança morrer: após uma reacção adversa de uma ou mais vacinas! Quando as mortes relacionadas com as vacinas são ocultadas nas estatísticas e estudos de mortalidade infantil, é negado aos Pais a capacidade de determinarem as taxas reais de existência de riscos na vacinação, e uma informação devidamente esclarecida e consentida sobre a vacinação não é possível.
Quando as famílias são urgentemente pressionadas a vacinar os seus filhos sem acesso a informação precisa sobre as mortes relacionadas com a vacinação, os seus Direitos Humanos estão a ser violados. As autoridades médicas, Pediatras, e a indústria da vacinação, tornam-se cúmplices criminosos perante cada morte infantil causada pelas vacinas – mesmo quando as vacinas não são oficialmente reconhecidas como a causa da morte. Encontrar meios de aumentar a segurança na vacinação, proporcionando às Famílias informação verdadeiramente credível e consentida, e preservar os Direitos Humanos, devem ser as prioridades de topo!

“A Polícia Judiciária (PJ), que está a investigar o caso, não admite para já qualquer relação do sucedido com a administração da vacina. Só depois da autópsia será possível apurar essa possibilidade, sublinhou ao PÚBLICO fonte da PJ  que garantiu ainda  que os indícios recolhidos no local não apontam para a intervenção de uma terceira pessoa na morte. Por isso, não há qualquer suspeita de que a morte tenha resultado da ocorrência de um crime.

Concluindo, a Criança morreu porque foi vacinada! Sangue na boca foi uma hemorragia subudural, e/ou causado por Weighted Apnea (cessação de respiração) Hypopnea (respiração fraca anormal) Density que cessa o envio de oxigénio para o cérebro causando um AVC e a consequente hemorragia, todos estes sintomas causados por efeitos secundários das vacinas!

Se os Pais foram pressionados a vacinar a Criança pelo médico, os indícios no local, sangue na boca e vacinação da parte da manhã, são indícios suficientes para considerar o médico como a terceira pessoa que interveio na morte da Criança!

Fonte: Our Wisdom is Full of Enigmas!!

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